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ARESTAS

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Reflexões sobre as FEIAS (1)

Muito sucintamente, uma parte do texto de Paulo Esperança, proposto para reflexão (ver original em pdf abaixo), faz um percurso histórico partindo de 1975, formulando as bases para a reflexão e as urgências que podemos identificar na sociedade portuguesa inserida no Mundo. Esta reflexão define as «vacas sagradas» como ponto de partida para questionar a democracia representativa ao serviço de um capitalismo neoliberal concretizado pela alternância bipartidária, e nomeia as «FEIAS» como sendo as «forças que enjeitam a institucionalização agindo sozinhas» cujo papel seria, por um lado, «ajudar a desmantelar os malefícios do capitalismo sem recurso aos métodos conhecidos provando que uma outra intervenção é possível.», e, por outro lado, « o desafio não da unificação mas da federação para que cada estrutura ou ser individualmente considerado possa manter a sua filosofia e a sua prática autónomas em respeito à diversidade.»

 

 

 

 

 


Foram estes dois aspectos, por serem ideias que envolvem necessariamente acções concretas, i.e., algo que podemos realizar no terreno, que suscitaram o meu interesse e curiosidade. Trata-se de duas possibilidades que julgo importante pensarmos mais profundamente e construirmos de forma mais consistente. A primeira configura uma forma de organização da luta pela expressão «do   voto   pela   abstenção». E a segunda aparece como uma coisa [«federação»?] a construir num futuro próximo, quiçá a Conferência Libertária possa servir como ponto de partida para algo mais, algo que possa dar voz aos trabalhos levados a cabo no seio de cada grupo.  

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