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ARESTAS

ARESTAS

Cidades incertas (1)

 

ABATON em Sir Thomas Bulfinch, My Heart’s in the Highlands (1892)

Cidade de localização variável. Nunca ninguém lá chegou. Aqueles que a avistaram ao crepúsculo sentiram uma grande felicidade ou uma grande dor...

AGARTHA em Joseph Alexandre, marquis Saint-Yves d’Alveydre, Mission de l’Inde en Europe. Mission de l’Europe en Asie. La question de Mahatma et sa solution…, (1885) e em Ferdinand Ossendowski, Bêtes, hommes et dieux (1924)

Atravesada por viajantes ser darem por nada.

AGLAURÉE em Ítalo Calvino, Le città invisibili (1972)

Cidade não localizada. Diz-se que os seus habitantes eram excepcionalmente virtuosos. Há duas cidades. Hoje é uma cidade sem cor, sem carácter, plantada ao acaso...mas não totalmente verdadeiro. Os viajantes gostariam de poder distingui-las mas não conseguem, pois só se lembrar de uma, posto que a memória da outra, não havendo palavras para a descrever, está perdida.

ANASTASIA em Ítalo Calvino, Le città invisibili (1972)

Cidade da Ásia. A descrição de Anastasia acorda todos os desejos nos viajantes, mas também é o lugar do desejo. Aqui a forma do desejo toma o desejo da forma e o viajante torna-se escravo de Anastasia.

ARGIA em Ítalo Calvino, Le città invisibili (1972)

Cidade completamente soterrada onde a terra substitui o ar. Seus habitantes ficam deitados no escuro, imóveis. Da superfície não se vê nada, mas alguns viajantes localizaram Argia ao colocar o ouvido na terra...pois ouviram uma porta bater...

BAUCIS em Ítalo Calvino, Le città invisibili (1972)

Outra cidade invisível, perdida nas nuvens. Os seus habitantes nunca tocam a terra, mas observam-na fascinados.

BERSABÉE em Ítalo Calvino, Le città invisibili (1972)

Os habitantes acreditam que existe outra cidade Bersabée suspensa nas nuvens onde se encontram todos os sentimentos e as virtudes mais elevadas, mas também uma debaixo da terra onde se encontra tudo o que é imundo.

CITTABELLA em Lia Wainstein, Viaggio in Drimonia (1965)

Também conhecida por cidade dos buracos. Os viajantes devem familiarizar-se com a especial topografia...isto é buracos mais ou menos grandes.

COUCOU-LES-NUÉES ou NÉPHÉLOCOCCYGIE  em Aristophane, Les oiseaux 414 a.JC

Cidade construída no ar para servir de fortaleza aos pássaros.

DESPINA em Ítalo Calvino, Le città invisibili (1972)

Pode-se chegar a Despina de duas maneira de barco ou de camelo. Há duas Despina. É uma cidade fronteira entre dois desertos.

DICTIONOPOLIS em Norton Juster, The Phantom Tollbooth  1962

Cidade rival de Digitopolis. As palavras são cultivadas em pomares. O estado garante que todas as palavras vendidas têm um significado. Segundo a lei os cães não podem ladrar sem contador e os cidadãos não podem criar confusões.

DIGITOPOLIS é governada por matemáticos

ENFANT-DE-LA-HAUTE-MER  em Jules Supervielle, L’enfant de la haute mer (1931)

Aldeia perdida no atlântico norte, construída sobre uma ilha flutuante.

EUDOXIE em Ítalo Calvino, Le città invisibili (1972)

Cidade da Ásia que se estende de cima para baixo. Os visitantes podem contemplar a verdadeira forma da cidade a partir de um tapete.

EUSAPIE em Ítalo Calvino, Le città invisibili (1972)

Cidade dedicada ao prazer total da vida. Para facilitar a morte, os habitantes construíram uma cidade idêntica debaixo da terra que acaba por imitar. Não se consegue distinguir a cidade viva da cidade morta.

 

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