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ARESTAS

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Um artigo sobre Daumier

Paris faz justiça ao Miguel Ângelo da caricatura

A Biblioteca de França celebra o bicentenário de Honoré Daumier

OCTAVI MARTÍ - Paris - 05/03/2008  El País 

 notícia original AQUI

Excertos do artigo traduzidos:

Honoré Daumier, oriundo de Marselha, filho de um vidreiro poeta, foi o desenhador político mais célebre do século XIX, mas morreu cego e quase arruinado num domicílio que os seus amigos artistas lhe ofereceram. Depois de sua morte em 1879, a personagem, não só enquanto desenhador, mas também como um grande pintor e escultor, foi crescendo.

(...)

Daumier, nasceu há 200 anos em Marselha, foi um homem que teve um grande reconhecimento popular em vida, mas que não gozou de nenhum prestígio artístico. Fazia caricaturas, desenhos de crítica política ou sátiras de costumes -o género dependia da ferocidade da censura vigente em revistas como Actualités, Charivari ou A Caricature e isso fez que, segundo Baudelaire, "só os artistas tenham compreendido o que há de importante no seu trabalho".

Em 1873, Daumier, quase cego, teve que deixar o desenho. O pintor Corot ofereceu-lhe uma casa para que não tivesse que dormir na rua e em 1878 os seus amigos organizaram uma grande exposição para reivindicar o seu valor como pintor e arranjar dinheiro para tirá-lo da miséria. Oito meses mais tarde falecia (...)

Na mostra da BNF podem-se ver bons exemplos da evolução do desenho de Daumier e compreender a importância que teve na difusão de um jornalismo popular. (...) Por causa de uma das suas caricaturas, intitulada Gargântua, passou seis meses no cárcere, pois ao rei - Louis Philippe - não gostou de ser representado como um monstro(...)

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