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ARESTAS

ARESTAS

Distopia ou a organização do Ocidente e a minha ingenuidade em acção

(Outros tempos nefelibatas 1- Nuvem primaveril Monte da lapa Porto Abril 2011)

 

Constatação do pensar para dentro 1

 

Estive a pensar «para dentro» sobre a forma como o nosso mundo está orquestrado.

Acima dos nossos Estados (Quando existem! O que não acontece com a Palestina ou o Saara ocidental; o que causou problemas em vários pontos do continente africano; e que ainda está num estado latente, ou dormente, em certos cantos da Europa do leste) há as organizações mundiais e internacionais criadas pelas nações ocidentais, resultado e reflexo de uma estrutura e pensamento ocidental...ONU, OTAN, OCDE, FMI, OMS, OMT, ect. De facto é tudo muito vertical, da terra para o céu, de baixo para cima, ou melhor, isto se nos colocarmos em termos de autoridade, de cima para baixo; do poderoso para o fraco....Enfim, depois dentro destas organizações ainda há outra lógica seguindo a mesma vertical onde alguns têm mais poder do que outros.... Curioso, não? Os poderosos deslocam-se num eixo paradigmático e impõem os seus caprichos deslocando-se alegrmente sobre o eixo sintagmático que os colocou no sítio onde estão...

 

Reflexão pensando para dentro 1

 

No que concerne a Palestina em particular, considerando o percurso histórico, se é que se pode falar de percurso, antes dos ingleses colonizarem o espaço, havia uma Palestina que funcionava como um todo. Este todo não correspondia à nossa concepção de uma nação. Mas o que é que nos indica que devemos obrigatoriamente funcionar como Nação nos termos estabelecidos pelo tempo da história? O que é que nos diz que devemos estar submetidos a organizaões mundiais que não estão a funcionar de forma nem democrática, nem transparente?

 

 

Reflexão pensando para dentro 2

 

Não há dúvidas quanto à reconfiguração do Tempo e do Espaço nestes momentos?

 

 

 

 

 

Imagens na Cidade (1)

 

(Praça da República - Porto 21 de Abril 2011)

 

Confesso que fiquei confusa com esta publicidade «giratória» (colocada nas chamadas «colonne morris»)

Trata-se, como é óbvio, de uma publicidade ao licor beirão...mas, vejamos as palavras.

 

«SOLUÇÕES À PORTUGUESA»... o consumo do licor será uma solução bem portuguesa? Uma solução de quê? A própria publicidade é uma solução à portuguesa? Trata-se de solucionar o quê?

 

«UM DIPLOMA DE ENGENHEIRO PARA CADA CIDADÃO» ... só os cidadãos (machos) têm acesso ao tal diploma?...o diploma consegue-se pelo consumo de licor beirão?

 

Vendo um aspecto mais subtil e «erudito»...No novo dicionário da língua portuguesa (2007) da Texto, podemos ler na entrada para engenheiro: s.m. 1 aquele que traça e dirige obras públicas e particulares. 2 indivíduo que tem o curso de engenharia. 3 (Brasil) proprietário de um engenho.

 

Mesmo se provavelmente se referem, mais às entradas 1 e 2, isto para a subtileza evidente...Gosto bastante da entrada 3!

 

«FUTRE» ...pelo que me disseram, trata-se de um jogador de futebol... isto foi depois de eu ter ido aos dicionários consultar o significado da palavra. No meu velho Lello Popular de páginas amarelas e sem data, vem o seguinte: futre, s. m. Pop. Sovina; maltrapilho; homem desprezível. Imaginam como fiquei perplexa! Julguei que o meu Lello estava desactualizado e fui consultar o novo dicionário da língua portuguesa (2007), onde vem o seguinte:futre (fr. foutrer <Lat. futuere) adj. 2 gn. 1 sem valor ou importância. 2 s.m. desprezível. 3 bandalho. 4 farroupilha. 5 sovina.

 

Mas, estas definições de «futre» são para esquecer, posto que o que palavra indica é o nome do  jogador de futebol.

 

Depois disto tudo continuo perplexa... A cruz vermelha no quadrado, indicaria que teriamos que votar no FUTRE (ou Futre?).

 

Será que os nossos jovens publicitários estão finalmente a tentar fazer passar mensagens mais políticas e menos consumistas?

 

 

 

Divulgação: Em Cada Rosto Igualdade

Em Cada Rosto Igualdade

Ocupar Abril, tomar de assalto o mês de Maio” é o desafio lançado pelo Núcleo do Norte da Associação José Afonso.

Dentro deste espírito, as Associações “A Cadeira de Van Gogh”, “Os Cadernos do Caos” e a AJA Norte são parceiros no projecto “Em Cada Rosto Igualdade”, através do qual se pretende reafirmar os valores Humanos de Fraternidade, Igualdade e Liberdade que José Afonso sempre defendeu tanto através da sua música, como pela sua postura de Homem perante o Mundo.

O projecto, alicerçado num manifesto, é dirigido a todos quantos se reconheçam na sua universalidade. Será um espaço de convivência, antecipando desde já o mundo melhor que todos desejamos.

Concretizar-se-á através da realização de uma exposição de fotografia apresentada em dois formatos: um on-line numa página web e outro multimedia a projectar em espaços públicos.

Abrimos este projecto à subscrição de todos os que se assumam iguais entre gente igual, e se revejam no seu manifesto.

A subscrição não se realiza através de simples assinatura, mas sim através do envio de uma foto do seu rosto (de resolução alta e formato vertical), acompanhada de uma frase, um pequeno texto ou poema (que poderá ser ou não da autoria do subscritor) que ilustre a ideia subjacente ao projecto.

Assim, pedimos a todos os que se queiram associar a este projecto para enviar os elementos referidos e também o seu nome e local onde habita para o email emcadarostoigualdade@gmail.com até 31 de Maio de 2011.

A qualquer momento poderá retirar a sua foto, se assim o desejar, bastando para isso comunicar-nos essa vontade através do mesmo email.

A exposição manter-se-á acessível ao público entre Abril e Maio de 2011, e a sua divulgação será feita através da web e iniciativas públicas das entidades organizadoras e de outras entidades que solicitem a sua cedência.

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Manifesto

Vivemos num mundo doente!

Doente, um mundo que circula indiferente perante Seres Humanos que vivem no chão da rua e comem de uma sopa nada mais que caridosa.
Doente, um mundo que assume como lei natural meia dúzia possuírem algarismos virtuais que os torna bem alimentados, bem vestidos, bem vividos, perante milhões de outros que, sem algarismos virtuais, sobrevivem de uma fome bem real.
Doente, um mundo em que a propriedade do Ter, roubou a dignidade de Ser.
Doente, um mundo que ajuíza o que cada um é pelo que cada qual possui, assim pretendendo fazer crer que entre seres iguais um possa ser mais e outro menos.

Não!
Não chegamos ao fim da História!

Porque o sabemos reclamamos um outro mundo!

Nós ousamos contrariar as regras com que nos tentam ajoelhar todos os dias.
Nós queremos construir um Mundo mais são, justo e digno para todos os seres.
Nós assumimos que o que nos estrutura enquanto Seres Humanos é a forma como vemos o outro.
E em cada rosto desconhecido, triste ou feliz, rude ou amável, amargo ou gentil vemos um Ser Humano Igual.

O Mundo que queremos é outro!
O que queremos é um Mundo de gente igual por dentro e gente igual por fora!
O Mundo que queremos é a Terra da Fraternidade - sentida, vivida e contada por José Afonso.

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade

Eis o resumo do artigo intitulado: The IMF's welcome rethink on capital controls

The Guardian published the following opinion article by Kevin P. Gallagher and José Antonio Ocampo yesterday, 06 April: The IMF's welcome rethink on capital controls Kevin Gallagher and José Antonio Ocampo guardian.co.uk Wednesday 6 April 2011 22.00 BST

 

PALAVRAS MAIS REPETIDAS: FMI...MEDIDAS...CONTROLO...NAÇÕES...CAPITAL!

 

Wordle: Based on The guardian article: The IMF'srethink on Capital Control

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