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ARESTAS

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Alterações Climáticas

É uma questão de realidade e de educação.
Apesar de sempre ter vivido na cidade Luz (Paris) as minhas férias de Verão, no Catujal em casa da minha avó materna, acabaram por me ensinar certas coisas acerca da água, acerca da electricidade, acerca das coisas (ervas, plantas, árvores) que crescem, coisas fundamentais que não ficam tão longe no tempo, pois não sou assim tão velha...agora é perceber como isto aconteceu? ...Quando digo isto refiro-me ao desapego completo do Ser Humano e Social com o seu espaço? Como? Há de facto várias possibilidades e as que eu poderia avançar ( e eventualmente farei) estão ligadas a um contexto social-político de vivência e sensibilidade sobre o qual não me vou debruçar de momento...
Fico assustada com estes alarmismos, com estas práticas que apenas reflectem um despego para com a realidade...É assim tão difícil perceber que nada do que vive nesta terra é eterno? É assim tão difícil transmitir esta ideia sem ser apocalíptico? Até que ponto chega o limite? Até que ponto somos ser sensatos, razoáveis? Até que ponto o pensamento típico "depois de mim, o dilúvio" se aplica sistematicamente, sem pensar que depois de nós, ainda há outros...filhos por exemplo e filhos de filhos etc...sempre foi assim, não? Porque defeito ou razão nunca pensamos a longo, muito longo prazo? Não podemos pensar que, dado que vamos morrer (pois é algo natural, é o processo natural das coisas e ainda bem que é assim!) não temos que viver pensando que depois de nós não há vida...pelo contrário teria sido por essa razão que tivemos filhos...não?

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