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ARESTAS

ARESTAS

À procura do Método 4- Coisas soltas

Delimitar o tema e, dentro do tema, uma área e, dentro de uma área, um problema. Recapitulo e procuro centrar e orquestrar todas as coisas.

 

Arte e Educação: Muito trabalho feito por muitos estudiosos, muitas tentativas mais ou menos proveitosas, contudo um caminho que pouco a pouco se tem construído (enfim não do modo que muitos desejavam).

 

Se assim se tem construído um caminho, será esse caminho certo?  Se esse caminho não está certo, qual será o caminho certo?

Por que razão a CE tem vindo com novos documentos em torno da educação artística?

O que trazem de novo esses documentos?

 

Apontar a importância do artista para o crescimento económico dos países europeus....Parece-me curioso, será apenas uma preocupação sã e genuína? Pois, todos somos importantes para o crescimento como um todo do pais que adoptámos e nos adoptou.

Os artistas já eram, sempre foram importantes, para o crescimento intelectual, para a capacidade de reflexão crítica de um pais e em certos caso para a economia...há uma mudança de paradigma, mas esta mudança não me parece muito clara.

 

Escreveu-se o estatuto do artista...parece-me bem em termos de protecção social e mobilidade, mas há uma coisa que me inquieta. Será que esse estatuto poderá limitar ou constranger a produção do artista àquilo que é desejável ou vendável?

À procura do Método 3

Defini o título provisório...enfim já é outro título provisório, posto que no Verão passado  tinha estipulado outro título. Penso que o título além de reflectir o assunto que trata não pode dizer tudo! Portanto o título terá de conter nele algum segredo...enfim, isto é a forma como penso, mas poderá não ser assim...

Resumi o todo em dez linhas. (enfim 11!) Gosto destes desafios das 10 linhas, pois é preciso uma grande reflexão para resumir algo complexo em dez linhas!

Tenho uma ideia esboçada quanto à apresentação de dia 23 em Lisboa...

Continuo com as minhas indagações entre palavras e imagens e a melhor ou a forma mais harmoniosa de fazer!

 

 

À procura do Método 2

As dificuldades são acrescidas nos momentos em que o meu espírito crítico se alia a um desejo de diferença. Trava-se uma luta tremenda e violenta na minha mente.

Há coisas que por vezes me tornam extremamente crítica ao ponto de ter consciência de uma blocagem...

Isto constitui um paradoxo...por um lado sei, concebo e gosto do facto de haver um fluir dos saberes em termos de partilha de conhecimentos mundiais. O relato das experiências dos outros são importantes, contudo há sempre uma noção de espaço que me preocupa e, frequentemente, tenho a sensação que as informações que me transmitem vêm sempre do mesmo sítio... como se quisessem impor a sua importância...

 

Estou a referir-me à abundância dos documentos e reflexões produzidas nos Estados Unidos, por vezes incomoda-me, pois a dimensão e a organização do nosso pais é diferente, talvez (enfim sem dúvida para mim) mais próxima dos paises europeu...e por isso gostava que me dissessem também o que os estudiosos portugueses pensam! Não se trata de nacionalismo, nem de anti-americanismo primário...simplesmente de contexto...é claro e evidente que é bom saber o que se produz, faz noutros sítios...mas também penso ser importante saber o que se produz e faz aqui ou por aqui (na Europa).

À procura do Método 1

Inicia-se uma nova fase, que corresponde a um momento de elaboração mais concreta da minha tese em Arte e Educação. Um trabalho começado o ano lectivo passado e que me tem levado por múltiplos caminhos. 

Tenho dificuldades evidentes com a questão da metodologia. Ironicamente...enfim para aliviar a tensão que isso cria em mim, pelo simples facto de estar consciente da minha dificuldade essencialmente por ser recalcitrante, digo para comigo que sendo o tipo de pessoa que não consegue seguir uma receita culinária é normal que isto me aconteça! Contudo, penso ser-me necessário uma medotologia, uma organização e um método que seja meu, mas que terá que obedecer à metalinguagem estabelecida e estar em harmonia com o tema que quero desenvolver.

A parte da Harmonia como uma aliança dançante é sempre algo que procuro em todos os meus trabalhos. Quando são trabalhos curtos, como ensaios ou projectos, é fácil, mas quando se trata de algo maior...é muito mais difícil conceber mentalmente o todo!

Penso no hipertexto e nas múltiplas ligações que podem estar presentes...assim cada palavra remete para um mundo... um mundo difícil de conceber mentalmente

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