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ARESTAS

ARESTAS

Notas de leitura sobre o Manual de Inestética (3)

Resumindo para chegar àquilo que o autor pretende....


«Didactisme, romantisme, classicisme sont les schèmes possibles du noeud entre art et philosophie, le tiers terme de ce noeud étant l'éducation des sujets, et singulièrement de la jeunesse. Dans le didactisme, la philosophie se noue à l'art dans la modalité d'une surveillance éducative de sa destination extrinsèque au vrai. Dans le romantisme, l'art réalise dans la finitude toute l'éducation subjective dont l'infinité philosophique de l'Idée est capable. Dans le classicisme, l'art capte le désir et éduque son transfert par la proposition d'un semblant de son objet. La philosophie n'est ici convoquée qu'en tant qu'esthétique: elle donne son avis sur les règles du «plaire».

 

... (continua)

Notas de leitura sobre o Manual de Inestética (2)

Este último «schème didactique»  opõe-se ao seguinte:


«A cette injonction éducative s'oppose absoluement ce que j'appellerai le schème romantique. la thèse en est que l'art seul est capable de vérité. (...) l'art est le corps réel du vrai (...) ce que Lacoue-Labarthe et Nancy ont nommé l'absolu littéraire. (...)»


Contudo, falando da questão da arte e da filosofia, o autor relembra um momento de paz...


«N'est-ce pas Aristote qui a déjà signé, entre art et philosophie, une sorte de traité de paix? Oui, il y a de toute évidence un troisième schème, le schème classique, dont on dira que, dès l'abord il déshystérise l'art.»

 

...

(para continuar)

Notas de leitura sobre o Manual de Inestética (1)

Sobre Alain Badiou, Petit  Manuel d'Inesthétique, Paris, Éditions du Seuil, 1998.


Começa por explicar o uso da palavra...


Par «inesthétique», j'entends un rapport de la philosophie à l'art qui, posant que l'art est par lui-même producteur de vérités, ne prétend d'aucune façon en faire, pour la philosophie, un objet. contre la spéculation esthétique, l'inesthétique décrit les effets sctrictement intraphilosophiques produits par l'existence indépendante de queqlues oeuvres d'art.


Relembra de que forma e em que termos é pensada a ligação entre a arte e a filosofia


Et puisque ce qui nous requiert est le nouage de l'art et de la philosophie, il apparaît que, formellement, ce nouage est pensé sous deux schèmes.

Le premier, je le nommerai le schème didactique. La thèse en est que l'art est incapable de vérité, ou que toute vérité lui est extérieure. (...)

Dans cette perspective, l'essentiel est le contrôle de l'art.

 

Após apresentar aquilo que o autor chama o «premier schème» , vai nos falar do segundo...mas entretanto aparece um terceiro...

(Deixo-vos com isto por enquanto, regressarei com o resto depois com mais!)



Renovação de CAP de formador(a), Recibos Verdes, Trabalho precário

Quando se trata de legiferar o nosso Estado pensa em tudo, particularmente no aspecto burocrático e financeiro, porque no que concerne o Cidad@, os seus direitos, neste caso o seu direito ao trabalho, (enfim menciono aqui só trabalho, nem vou tocar na Constituição, nem na Declaração Universal dos Direitos Humanos...nos direitos dos trabalhadores que lá estão escritos, pois já escrevi sobre o insignificante artigo 24, a sua eficácia e felicidade... nada feito, ou melhor tudo é feito para ser o contrário do que é normalmente esperado!

Aqui vai um desenho do Refluxos sobre este caso Kafkiano

 

 

refluxo61

 

Jorge Delmar

<p><img src="http://pixel.quantserve.com/pixel/p-18-mFEk4J448M.gif" style="display: none" height="1" width="1" alt="" /></p>

 

Divulgação Acção FERVE

Não posso deixar de divulgar a próxima acção do FERVE  Sábado 21 de Março às 23h00 em frente ao Piolho, no Porto.

Eis o texto:

 

«Este ano o May Day desperta outras primaveras
Na semana passada, já fizemos ouvir a força da nossa voz em Santa Catarina.

 No próximo dia 21 de Março, desperta a primavera. É a partir do equinócio que dias e noites têm a mesma duração.
Este ano, o MayDay Porto vai assinalar o equinócio com uma fogueira na rua: será a queima dos recibos verdes.
Em Portugal, cerca de 900 mil pessoas trabalham como 'falsos' recibos verdes; são falsos trabalhadores independentes. Falsos porque deveriam ter um contrato de trabalho: cumprem horário, têm subordinação hierárquica e trabalham não em casa mas numa empresa ou num serviço do Estado. Os recibos verdes são assim utilizados para mascarar uma situação de trabalho por conta doutrem. Noutros casos, são apenas uma forma que impede que o trabalho intermitente tenha protecção social.
Em Portugal, cerca de 900 mil pessoas não têm protecção social, não têm direito ao subsídio de desemprego se ficarem sem trabalho, nem a protecção na doença. Muitas delas, acumulam dívidas imensas à segurança social e não têm sequer o direito de planear e organizar o futuro.
Os falsos recibos verdes são, na maior parte dos casos, um abuso, uma mentira e uma exploração para que os trabalhadores tenham menos direitos. O Estado é um dos grandes utilizadores desta falcatrua.
Estamos fartos. E com o despertar da Primavera, despertam também os nossos gritos de revolta. Na fogueira do equinócio vamos queimar este símbolo maior da precariedade. As nossas noites terão a mesma duração dos nossos dias e ambos têm sempre a exacta duração da nossa luta.
Dia 21 de Março, traz a tua indignação e vem queimar os teus recibos. Porque é a sede de justiça e de dignidade que desperta em nós profundas primaveras!»

 

 

At Dawn 123

PROSE DU TRANSSIBÉRIEN ET DE LA PETITE JEANNE DE FRANCE (19)

 

Oui, nous le sommes, nous le sommes

Tous les boucs émissaires ont crevé dans ce désert

Entends les sonnailles de ce troupeau galeux Tomsk

Tchéliabinsk, Kainsk Obi Taïchet Verkné Oudinsk Kourgane Samara Pensa- Touloune

La mort en Mandchourie

Est notre débarcadère est notre dernier repaire

Ce voyage est terrible

Hier matin

Ivan Oulitch avait les cheveux blancs

Et Kolia Nicolaï Ivanovitch se ronge les doigts depuis quinze jours…

Fais comme elles la Mort la Famine fais ton métier

Ça coûte cent sous, en transsibérien, ça coûte cent roubles

En fièvre les banquettes et rougeoie sous la table

Le diable est au piano

Ses doigts noueux excitent toutes les femmes

La Nature

Les Gouges

Fais ton métier

Jusqu’à Kharbine…

«Dis, Blaise, sommes-nous bien loin de Montmartre ?»

 

Blaise Cendrars, Du monde entier

Pág. 1/2

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