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ARESTAS

ARESTAS

Sobre As Moscas

De uma forma geral, a peça de teatro de Jean-Paul Sartre enquadra-se num momento histórico, isto foi, desde o aspecto histórico, o contexto da II Guerra Mundial, pois a peça data de 1943 , ao aspecto literário com uma vasta produção em torno do teatro, considerado por alguns ora drama ora tragédia grega, tal como refere António Braz Teixeira, no texto intitulado "O Teatro de Sartre Revisitado":

"A este propósito, não posso deixar de referir que se me apresenta como altamente discutível, senão mesmo contraditória ou paradoxal, a noção de "tragédia da liberdade" que Sartre usa para qualificar esta sua versão do drama de Orestes, já que a ideia de Fatum inelutável e inexorável, a que se encontram submetidos não só os homens como os próprios deuses, me parece constituir, desde a insuperada teorização aristotélica, um dos fundamentais elementos definidores do género trágico, enquanto a liberdade e a contingência caracterizam o drama, forma teatral própria do ciclo cristão" ( ver in Colóquio. No centenário do nascimento de Sartre. Jean-Paul Sartre. Uma cultura da alteridade. Filosofia e Literatura. Coord. Cassiano Reimão. pp. 54-55)

Vasta produção de que testemunham os autores como Claudel, Giraudoux, Montherlant, Anouilh.

Neste primeiro momento, a liberdade como base para o "ser ao mundo"  aparece comprometida nas seguintes palavras do pedagogo: " À présent vous voilà jeune, riche, beau, avisé comme un vieillard, affranchi de toutes les servitudes et de toutes les croyances, sans famille, sans patrie, sans religion, sans métier, libre pour tous les engagements et sachant qu'il ne faut jamais s'engager..."

Coisas boas - Divulgação -

 

NOVE JOVENS PORTUGUESES NA CINEMATECA FRANCESA.

No dia 6 de Junho, nove jovens entre os 12 e os 17 anos (seis da Escola Secundária de Serpa e três da Escola Secundária Passos Manuel em Lisboa) irão apresentar na grande sala Henri Langlois da Cinemateca Francesa em Paris, os três filmes finais que resultaram do trabalho de iniciação ao cinema em que participaram ao longo do ano lectivo 2007/2008.

Em representação dos três grupos que participaram no programa pedagógico “Cinema cem anos de juventude” (num total de 54 alunos), estes jovens irão dar conta, perante centenas de participantes franceses e espanhóis, da sua experiência e de como foi o processo de trabalho na realização dos seus filmes e irão assistir à projecção e apresentação dos filmes de todos os outros participantes neste programa (de várias regiões de França e de Espanha) A Cinemateca Francesa que conhecia o trabalho desenvolvido em Portugal desde 2001 pela associação Os Filhos de Lumière convidou-a a participar neste programa pedagógico a partir do ano lectivo 2006/2007 com uma escola portuguesa. Participaram assim nesse primeiro ano duas turmas da Escola Secundária de Serpa. A Cinemateca Portuguesa associou-se desde logo a esta iniciativa. Em 2007/2008, a Escola Secundária Passos Manuel vem se juntar ao programa e Os Filhos de Lumière contam associar uma nova escola no próximo ano lectivo. O programa é orientado por cineastas em colaboração com professores das escolas numa reflexão conjunta sobre cinema. Alain Bergala lança no início do ano lectivo um tema e as pistas pedagógicas a desenvolver.

O tema deste ano foi: o ponto de vista no cinema. Os materiais pedagógicos entregues nesse primeiro encontro apoiam-se numa selecção de fragmentos de filmes de realizadores de diferentes épocas e estilos cujo visionamento e análise ajudam a perceber o cinema pelo lado da criação. Ao longo do ano, os jovens articulam a análise de filmes com a experimentação prática através de exercícios propostos pelos coordenadores a todos os participantes deste projecto, que culmina agora com os filmes finais. Os cineastas que orientam este programa em Portugal e os professores que colaboram com eles ao longo do ano irão acompanhar os nove jovens e colaborar, com todos os outros participantes, no balanço anual deste programa pedagógico. Este projecto, pioneiro em Portugal, tem o apoio financeiro do ICA-Programa VER, do Instituto Camões, da Câmara Municipal de Serpa, da Cinemateca Francesa, dos Ministérios da Cultura e da Educação de França e de diversas entidades locais em Serpa e em Lisboa.

 

Os Filhos de Lumière
tm: 91 348 12 92
filhos.lumiere@gmail.com
osfilhosdelumiere@gmail.com

 

At dawn 86

Silène à Midas: "Malheureuse race d'éphémères, fils du hasard et de la peine, pourquoi m'obliges-tu à te dire des paroles qui ne te profiteront guère? La meilleure chose au monde est hors de ta portée: ne pas être né, n'être pas, n'être rien. En second lieu, ce qui vaudrait mieux pour toi, c'est de mourir bientôt."

Nietzsche, La naissance de la tragédie, Paris, Gallimard, 1983, p.32

Divulgação: Unidade nacional, conflitos regionais: As Exposições dos Centenários Leiria-Caldas

 

 



"João B. Serra (historiador, Prof. da ESAD do Instituto Politécnico de Leiria) apresenta o resultado de uma incursão no arquivo pessoal de Horácio Eliseu, hoje incorporado nos fundos do Arquivo Distrital.
A documentação seleccionada para esta conversa diz respeito aos trabalhos de preparação de uma Exposição Distrital de que a Câmara Municipal de Leiria encarregou Horácio Eliseu em 1938. A Exposição só viria a ser concretizada em Julho de 1940, associada às Comemorações dos Centenários que o Governo decidira entretanto lançar. Esta associação não se revelou pacífica, suscitando um conflito regional com Caldas da Rainha onde se preparava para a mesma altura uma exposição similar. A forma e protagonistas desse conflito, bem como o seu epílogo será objecto de uma bica no Arquivo Distrital de Leiria no dia 11 de Junho, às 18 horas.

Trata-se, assim, do encerramento deste 1º ciclo de encontros à volta da História Local."


Rua Marcos Portugal, 4
Telef. – 244820050
e-mail – adlra@adleiria.iantt.pt
Site –  http://adleiria.iantt.pt

 

At Dawn 85

(...) parce que, riez tant que vous voudrez, mais ce qu'on a appelé les microbes

c'est dieu (...)

Je vous dis qu'on a réinventé les microbes afin d'imposer une nouvelle image de dieu. (...)


Antonin Artaud, Oeuvres complètes XIII, Paris, Gallimard, 1990.

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