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ARESTAS

ARESTAS

Estado da pedra de ontem- Imagem do mundo branco do Ocidente

 

 

 

espalmada a viuvez branca na pedra como as palavras do Outro para o Eu residuais na secura dos tempos brancos não nos ouvimos  E como podes me ouvir se ainda não comecei a falar e se não me deste tempo para saber e falar arrastas o meu peito na serenidade neutra e inquietante do sal e das algas não sou o Outro nem Outro porque desexististe-me  não sou nem existo vou no primeiro barco no último avião de regresso sempre êxodo do meu ser continuas a contar as percentagens de êxito nas operações brancas do teu próprio desencanto sou a imagem reflexo da tua frustração de asas brancas cortadas sou o teu medo e é o teu próprio medo que entra no próximo avião de regresso à terra natal

Pergunta

Será o drama de Sartre, As Moscas, um desafio à " Naissance de la tragédie" de Nietzsche....Será que Sartre pensou nas palavras de Nietzsche em 1943?


....


"Ajoute ceci à tes paroles, singulier étranger: combien ce peuple a dû souffrir pour atteindre à tant de beauté! Mais à présent suis-moi au théâtre tragique et viens offrir avec moi un sacrifice dans ce temple de nos deux divinités."


Nietzsche, La naissance de la tragédie, Paris, Gallimard, 1983, p.164.

Notícias de longe

Sobre o livro de fotografias de Zulma Recchini ver AQUI.

Escrevi pequenos textos sobre as suas imagens aqui e aqui


Só conheço as imagens e as palavras escritas de Zulma, mas houve desde o início uma empatia, aquela força que nos liga ao Outro sem podermos explicar a intuição.


ZULMA RECCHINI nasceu no Mar del Plata (Argentina) em 1935. Reside em Buenos Aires desde 1958, com longos intervalos em diferentes paises. (...) Em 1992, a sua carreira deu uma volta importante ao ser moneada representante do Fundo de População das Nações Unidas, cargo em que se empenhou em Moçambique e na Guatemala. Há muitos anos que fotografia pessoas, as suas condições de vida e manifestações culturais assim como as formas e texturas da natureza e do ambiente urbano. (...)

In Recordar es vivir, fotos de Moçambique, Edição de autor 2007....


É  uma mulher de uma doçura do tamanhõ da Beleza.


Actualização

Entendimento surdo e mudo num mundo povoado por alguns zarolhos? na Informação Alternativa ou AQUI


HOJE:

 

Em Lisboa: 15h   Não à Europa-Fortaleza


Largo de São Domingos, Rossio, junto ao

Monumento pela Tolerância

(ao lado da Ginjinha do Rossio)

Organizações subscritoras: Ass. dos Imigrantes nos Açores (AIPA); Ass.

Melhoramentos e Recreativo do Talude; Ass. Mulher Imigrante; Ass. Olho

Vivo; Ass. dos Originários Togoleses em Portugal; Casa do Brasil; Casa

Grande do Brasil; Centro Cultural Moldavo; Espaço Jovem de Sta. Filomena;

Khapaz; Solidariedade Imigrante; SOS-Racismo.


Nas Caldas da Rainha:

 

15h  no Mazagran Café: Experiências de cidadania com as MEMÓRIAS DO CIDADÃO JOSÉ DIAS, apresentação do livro publicado pela Editora Afrontamentos na presença do autor José Dias e procurarmos caminhos com a apresentação de "Governo local e Participação: o Caso do Conselho da Cidade de Coimbra" tese de licenciatura de Magda de Andrade Alves, seguido de debate.

... ou o Inferno da linguagem

 

Às portas do “Inferno” de Dante, são várias as línguas que acolhem o poeta. Às portas de Notre Musique de Godard o homem sai da terra todo armado e são várias as teceduras de imagens que acompanham a sua passagem com as palavras:

 

Ainsi dans le temps des fables.....

Après les inondations et les déluges, il sortit de la terre de hommes armés qui s’exterminèrent

 

As imagens sucedem-se com o vermelho, o amarelo e azul juntos ao preto e branco num frenesim intenso. São imagens da ficção, do documentário, de reportagem. São armas, são corpos aniquilados, peitos desnudados, a terra fumega...

 

Ils sont terribles ici avec leur manie de trancher la tête des gens....

Ce qui m’étonne, c’est qu’ils puissent encore y avoir des survivants

 

 

Pardonnez-nous nos offenses comme nous les pardonnons à ceux qui nous ont offensé

 

Oui…comme nous les pardonnons

 

Pas autrement

 

 

On peut envisager la mort de deux façons

L’une comme étant…l’impossible du possible

L’autre comme…le possible de l’impossible

Or

Je est un autre

 

 

Foram as últimas palavras ditas no Primeiro Reino: Inferno do filme Notre Musique

Experiências de Cidadania

Num momento em que a palavra cidadão parece estar a ser “abafada” ou circunscrita a manobras políticas, é cada vez mais importante relembrar a questão da polis, no sentido em que é o indivíduo que vive e habita num espaço com o qual interage, com o qual vive o quotidiano. Este não se resume às compras no supermercado, aos sobressaltos cíclicos e intermináveis das últimas telenovelas, aos grandes escândalos amorosos, financeiros, políticos das mais mediáticas personagens e daquelas que são inventadas ao sabor do momento, como passatempo para o nosso próprio tédio. O quotidiano é precisamente como e de que forma ainda podemos viver juntos, como podemos ser uns para os outros de forma genuína, espontânea e solidária, sem pequenas artimanhas, sem preconceitos, sem interesses mesquinhos, abstraindo-nos das nossas pequenas querelas para podermos pôr em causa e questionarmos as grandes decisões que acabamos sempre por sofrer sem ter vislumbrado a mínima hipótese de participar.

Todos nós vamos semeando as nossas sementes de cidadão e é neste sentido que o Conselho da Cidade – Associação para a Cidadania – Caldas da Rainha convida todas as cidadãs e cidadãos a partilharem “experiências de cidadania”, Sábado 14 de Junho às 15 horas no Mazagran Café com as MEMÓRIAS DO CIDADÃO JOSÉ DIAS, apresentação do livro publicado pela Editora Afrontamentos na presença do autor José Dias e procurarmos caminhos com a apresentação de "Governo local e Participação: o Caso do Conselho da Cidade de Coimbra" tese de licenciatura de Magda de Andrade Alves, seguido de debate.

Sobre os participantes:

José Dias, nasceu em Braga em 1948, foi dirigente católico, dirigente estudantil, dirigente partidário, técnico sindical, técnico de turismo, assessor político de Jorge Sampaio, dirigente associativo, reside em Coimbra, onde preside ao Conselho da Cidade.

Magda de Andrade Alves, nasceu em França em 1981, veio para Portugal em 2001. Actualmente Mestranda em Sociologia na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Foi Investigadora Junior do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra de Março 2007 a Maio 2008. Vice-presidente da não te prives- Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais, membro individual do Conselho da Cidade de Coimbra, membro da Comissão organizadora do Congresso Feminista 2008 e membro da associação cívica Pro Urbe.

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